Uma queda pode acontecer a qualquer momento. Ainda no sábado passado caí, ou melhor deixei a moto cair, duas vezes mas sem consequências físicas para mim ou para a moto.
Na segunda vez, ao entrar na garagem do hostal havia uma pequena rampa e tive de parar mesmo na entrada. Faltou-me apoio debaixo do pé e a moto caiu para o lado direito. As barras de protecção aguentaram a pancada e apenas se notava a esfoladela na tinta. Mesmo com o peso todo que levo as barras não dobraram.
Já noutras vezes que caí sempre aguentaram sem dobrar. Quando caí no Equador para o lado esquerdo a pancada foi forte e foram dentro desse lado sem partir a carenagem. Apenas partiu um canto mesmo em cima junto ao guiador. Depois foi só desapertar os parafusos que seguram as barras ao quadro para as levar ao sítio outra vez.
Agora uma pequena "ajuda". Quando quero descer um passeio faço sempre por descer lentamente a roda da frente para ter apoio nos pés e só depois me lanço para a frente. Neste caso quando há movimento na estrada. Se não há movimento vou de uma vez.
O que é preciso é que não nos magoemos.
Um abraço,
antonio queiros
Na segunda vez, ao entrar na garagem do hostal havia uma pequena rampa e tive de parar mesmo na entrada. Faltou-me apoio debaixo do pé e a moto caiu para o lado direito. As barras de protecção aguentaram a pancada e apenas se notava a esfoladela na tinta. Mesmo com o peso todo que levo as barras não dobraram.
Já noutras vezes que caí sempre aguentaram sem dobrar. Quando caí no Equador para o lado esquerdo a pancada foi forte e foram dentro desse lado sem partir a carenagem. Apenas partiu um canto mesmo em cima junto ao guiador. Depois foi só desapertar os parafusos que seguram as barras ao quadro para as levar ao sítio outra vez.
Agora uma pequena "ajuda". Quando quero descer um passeio faço sempre por descer lentamente a roda da frente para ter apoio nos pés e só depois me lanço para a frente. Neste caso quando há movimento na estrada. Se não há movimento vou de uma vez.
O que é preciso é que não nos magoemos.
Um abraço,
antonio queiros



