Já que o gajo não se chega a frente com a crónica para eu colocar isto na cronologia certa do passeio então eu começo a contar:
Deixámos(Eu, Psena e lena, D'Artagnan) o Moi_memme e o RainMaker e fizemo-nos a A22 até entrarmos na serra em Silves, subimos, curtimos até pararmos para molhar a goela; Deixamos as motas a mirar Portimão e lá abancámos numa esplanada, a Lena (esposa do Psena) pede uma coca cola e o empregado diz que não, pergunta se pode ser pepsi, o Sena diz que sim ela diz que so bebe coca-cola. Pensava eu que o alcool a conduzir era perigoso então pedi uma pepsi para mim também...
Conversa vem, conversa vai e a garrafa ia a meio e eu já me trocava todo a falar, o D'Artagnan pede uma média devido a rotura de stock de minis no estabelecimento. Rimos, bebemos falámos e levantámos ferro, fez-se a serra algarvia tranquilamente.
Entramos no Alentejo, apanhámos um borrego numa van a ver se nos mandava ao chão mas foi coisa que se ultrapassou. Seguimos até perto da Zambujeira, estávamos a cruzar S.Teotónio e pergunto ao Psena se iamos pela serra do Cercal ou se junto ao mar, ao que ele responde pela serra. Penso cá para mim lá vamos nós as curvinhas mas não é nada que não se faça!
Seguimos viagem, entra-se na serra curva para aqui curva para ali, uma velocidade boa e tranquila até que quando de repente assim sem aviso prévio dou por mim com a mota na vertical a estrada a ficar para trás e para a esquerda.
Travo a fundo com o travão de trás e aconchego o da frente, vejo um rail enterrado no chão até meio largo os travões consigo passar por cima (viva a roda 21), passando o rail entro numa zona de cepos de Eucaliptos com troncos e ramos no chão juntamente com uns belos resvalos de tractor, a porrada com a roda foi tanta que a mota parou encostada junto a um cepo, pessoal enlatado parou logo para prestar ajuda. Eu estava a ver se não pousava a mota mas foi inevitável, pousei com cuidado para não estragar nada e falei com quem queria ajudar a dizer que estava bem e a agradecer com um sorriso de bela cagaço, pus a mota de pé pus o descanso e passado poucos segundos chegam os companheiros de viagem, um pouco assustados, pois os carros avisaram que eu tinha saído mas que estava de pé, de qualquer modo não se fica descansado. Eles pararam as motas falar comigo, rimos descansámos um pouco ( nunca é o suficiente para aliviar a tensão criada) rimos a bruta a dizer que o TT da organização não tinha sido o suficiente e voltámos a estrada, o PSena que ia a conduzir a "caravana" baixou consideravelmente o ritmo (de modo eu eu conseguir acompanhar) o que nos obrigou a jantar em Sines umas belas Migas e a ver o Máior a ganhar e a dar um golo de oferta, bebi uma imperial e água ( pepsi nunca mais) fizemos a IP 8, IC 33 e AE a meu ver a um bom andamento e chegámos. Próximo passeio peço patrocinio a DODOT, um gajo nunca sabe.
Fotos de D'Artagnan.

O Cepo junto a roda da frente

O local de paragem em relação a tudo o resto

Por onde fiz o "atalho" chamemos assim
Obrigado pela ajuda e viva as minis!!
Abraço
Fabião
P.S: Ah, uns 4 metros a frente havia um barranco que não fui espreitar, mas pelos eucaliptos tinha certamente uns 3m de altura e não devia estar alcochoado.

P.S.2: junto ao rail havia um carreiro foi por onde passei a mota dava menos trabalho que estar a vira-la e a passar aquela zona cheia de altos e baixo.