Olá pessoal, ontem não conseguimos colocar a crónica porque não nos conseguimos ligar à net, porém ela foi escrita ontem 
Partimos do Fundão pelas 10h, após mais um excelente pequeno-almoço na companhia do Barroso, a quem, desde já, deixamos aqui o nosso MUITO OBRIGADO pela disponibilidade em nos receber, pela companhia, pela paciência em nos guiar através das excelentes estradas que rodeiam a Serra da Gardunha. Adorámos estar com o Barroso e a Dina, adorámos os jantares na varanda a observar os OVNI’s
Chegámos à Covilhã após cerca de 23 Km’s, percorridos sempre, ou quase sempre a subir, daqui seguimos em direcção à Torre da Serra da Estrela, parando algumas vezes para apreciar e registar as vistas, todas elas soberbas.

Covilhã

A TA a caminho da Torre

…
No caminho para a Torre o frio acentuou-se, à medida que subíamos, tendo contribuído para isso o vento que se começou a fazer sentir.
Chegámos à Torre e pudemos observar as paisagens, aqui, felizmente, todas verdejantes graças ao bom tempo que se fez sentir a nível de visibilidade.

A TA na Torre
Iniciamos a descida para Seia e as paisagens continuaram a deslumbrar, desculpem se me estou a tornar chato, mas de facto este nosso Portugal tem MUITAS paisagens deslumbrantes, espectaculares mesmo, que não nos deixam, de certeza, envergonhados, relativamente a outros países.

Da Torre para Seia
Infelizmente, durante a descida para Seia, vimos muita área queimada, que penso ter ardido nos últimos incêndios, pois cheirava ainda bastante a queimado. É de facto uma pena ver todas estas áreas ardidas, pois quando as comparamos com o que vimos do outro lado da Serra ficamos deveras incapazes de compreender como é que as pessoas são capazes de cometer estes actos completamente odiosos.



Aqui pode-se ver bem o contraste entre a área ardida e o verde da serra.
Após Seia seguimos pela Nacional 17 até a A25, até à Guarda, aí procurámos poiso para almoçar e tentar achar uma loja do cidadão onde eu pudesse pedir o Cartão do Cidadão pois o meu BI caduca amanhã (estou a escrever estas palavras no dia 6). Conseguimos fazer ambas as coisas no Centro Comercial Vivaci, bem lá no alto da Guarda, almoçámos em cerca de meia hora e demorámos mais meia hora para tirar o meu cartão, tirámos a senha e como faltavam 6 senhas até ao meu número fomos à Sportzone aproveitar para comprar uns polares, pois o frio que sentimos ao atravessar a Serra da Estrela lembrou-nos que não estávamos no Algarve e não tínhamos trazido mais nada sem ser mangas curtas e os casacos de verão, voltámos à Loja do Cidadão, no total, entre tirar a senha e sair de lá com o cartão pedido, demorámos cerca de 35 minutos, bem diferente de Faro onde se tem de ir tirar as senhas DE MADRUGADA, para, com sorte, ser atendido ainda nesse dia !!!
Voltámos à A25 e saímos passados cerca de 15 km’s, na saída para Açores, e fomos apanhar o IP2, que percorremos até cruzar a N226, que nos levou ao destino que era Moimenta da Beira, pelo caminho atravessámos várias localidades, onde as casas de pedra imperavam.



Saímos da Moimenta da Beira, após um revigorante lanche, pela N323, virámos à direita em Direcção a Riodades, pelo CM1118, continuámos até Paredes da Beira e daí até ao destino final do dia, Pereiro.
Viajámos sempre por Estradas Nacionais e Municipais, e alguns caminhos que nem sei o que eram, no entanto, por todas essas rotas pudemos observar de tudo um pouco, desde as aldeias mais típicas, aos campos vinhateiros (que julgo já pertencerem à zona do Douro).




Lá mais para o final da tarde o tempo começou a ficar mais nublado, mas só pingou mesmo após termos chegado ano nosso último destino do dia.





RainMaker
P.S. estamos a colocar isto enquanto estamos num café em frente ao Rio Douro no Peso da Régua e a net é lentaaaaa e a bateria do pc está a acab...
Partimos do Fundão pelas 10h, após mais um excelente pequeno-almoço na companhia do Barroso, a quem, desde já, deixamos aqui o nosso MUITO OBRIGADO pela disponibilidade em nos receber, pela companhia, pela paciência em nos guiar através das excelentes estradas que rodeiam a Serra da Gardunha. Adorámos estar com o Barroso e a Dina, adorámos os jantares na varanda a observar os OVNI’s
Chegámos à Covilhã após cerca de 23 Km’s, percorridos sempre, ou quase sempre a subir, daqui seguimos em direcção à Torre da Serra da Estrela, parando algumas vezes para apreciar e registar as vistas, todas elas soberbas.
Covilhã
A TA a caminho da Torre
…
No caminho para a Torre o frio acentuou-se, à medida que subíamos, tendo contribuído para isso o vento que se começou a fazer sentir.
Chegámos à Torre e pudemos observar as paisagens, aqui, felizmente, todas verdejantes graças ao bom tempo que se fez sentir a nível de visibilidade.
A TA na Torre
Iniciamos a descida para Seia e as paisagens continuaram a deslumbrar, desculpem se me estou a tornar chato, mas de facto este nosso Portugal tem MUITAS paisagens deslumbrantes, espectaculares mesmo, que não nos deixam, de certeza, envergonhados, relativamente a outros países.
Da Torre para Seia
Infelizmente, durante a descida para Seia, vimos muita área queimada, que penso ter ardido nos últimos incêndios, pois cheirava ainda bastante a queimado. É de facto uma pena ver todas estas áreas ardidas, pois quando as comparamos com o que vimos do outro lado da Serra ficamos deveras incapazes de compreender como é que as pessoas são capazes de cometer estes actos completamente odiosos.
Aqui pode-se ver bem o contraste entre a área ardida e o verde da serra.
Após Seia seguimos pela Nacional 17 até a A25, até à Guarda, aí procurámos poiso para almoçar e tentar achar uma loja do cidadão onde eu pudesse pedir o Cartão do Cidadão pois o meu BI caduca amanhã (estou a escrever estas palavras no dia 6). Conseguimos fazer ambas as coisas no Centro Comercial Vivaci, bem lá no alto da Guarda, almoçámos em cerca de meia hora e demorámos mais meia hora para tirar o meu cartão, tirámos a senha e como faltavam 6 senhas até ao meu número fomos à Sportzone aproveitar para comprar uns polares, pois o frio que sentimos ao atravessar a Serra da Estrela lembrou-nos que não estávamos no Algarve e não tínhamos trazido mais nada sem ser mangas curtas e os casacos de verão, voltámos à Loja do Cidadão, no total, entre tirar a senha e sair de lá com o cartão pedido, demorámos cerca de 35 minutos, bem diferente de Faro onde se tem de ir tirar as senhas DE MADRUGADA, para, com sorte, ser atendido ainda nesse dia !!!
Voltámos à A25 e saímos passados cerca de 15 km’s, na saída para Açores, e fomos apanhar o IP2, que percorremos até cruzar a N226, que nos levou ao destino que era Moimenta da Beira, pelo caminho atravessámos várias localidades, onde as casas de pedra imperavam.
Saímos da Moimenta da Beira, após um revigorante lanche, pela N323, virámos à direita em Direcção a Riodades, pelo CM1118, continuámos até Paredes da Beira e daí até ao destino final do dia, Pereiro.
Viajámos sempre por Estradas Nacionais e Municipais, e alguns caminhos que nem sei o que eram, no entanto, por todas essas rotas pudemos observar de tudo um pouco, desde as aldeias mais típicas, aos campos vinhateiros (que julgo já pertencerem à zona do Douro).
Lá mais para o final da tarde o tempo começou a ficar mais nublado, mas só pingou mesmo após termos chegado ano nosso último destino do dia.
RainMaker
P.S. estamos a colocar isto enquanto estamos num café em frente ao Rio Douro no Peso da Régua e a net é lentaaaaa e a bateria do pc está a acab...








). Devo reconhecer, no entanto, que o meu amigo e companheiro Queirós, tem contribuido substancialmente para a sua promoção a moto!