Cabeça no AR - a quanto obrigas (26/Junho/2010 - mega_neo) 1286630276 Bem-vindo ao Fórum das grandes máquinas! Cabeça no AR - a quanto obrigas (26/Junho/2010 - mega_neo) 2438059070

Cabeça no AR - a quanto obrigas (26/Junho/2010 - mega_neo)

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Mensagem  mega_neo em Sex 25 Fev 2011, 16:14

Pois é, em Junho foi a minha vez. Embora devagar mas com consequências.
Peço desculpa não ter dito nada antes. Fiquei-me pela intenção e julgava que o tinha realmente feito.

Foi em finais de junho (26) na estrada que liga Abrunheira à Abóboda, depois de trajouce em frente à telepizza (mais propriamente estrada nacional 249). Um bom dia de sol, sábado, acabado de sair de uma pequena festa de escuteiros (dos quais já estava afastado à 2 anos) - (IIIIIIHHHHHHH, escuteiros??????? Se ainda te metesses na droga ainda era de homem, agora escuteiros??? foogo) LOLOL.

Aquando dessa festa foi-me indagado se estaria interessa e se já teria disponibilidade para regressar ao agrupamento para participar na chefia de uma secção. O movimento escutista sempre me foi mt marcante, e desde que tinha estado afastado senti sempre falta de algo, mas a vida ainda estava incerta (ia mudar de emprego pensando eu que para um mais calmo e menos exigente a nível de tempo e disponibilidades, a miúda já chateava para procurar um apartamento, sonhos de futuro divergentes). O certo é que as perguntas bateram de uma forma que me puseram a pensar se quereria voltar de novo, se estaria preparado e se teria de facto tempo para lhes dedicar tal como mereciam (e não os deixar pendurados em certas ocasiões, como tinha acontecido no passado devido a diferentes factores).
Saí de lá sem dar uma resposta definitiva, mas com a promessa de que iria pensar e dizer algo até dai a uns tempos. Saí com remorsos dispares e com vontade de perguntar ao pai o que fazer, tal como se fazia quando se era puto e não se sabia que decisão tomar. (LOL não é literal ok pessoal? Razz). Queria aceitar e voltar a viver o que sentia falta - os acampamentos, as vivências, o prazer de ver os miúdos crescer e fazer deles seres humanos mais íntegros e com algo a dar à sociedade, participar na educação cívica, social e pessoal deles - mas ao mesmo tempo sentia que iria falhar de novo, que iria deixar as pessoas com grandes expectativas e que depois não iria corresponder, voltando a desiludir quem de mim precisava. Para além do mais não queria tirar tempo à relação que tinha pois nem sempre corria pelo melhor e nem queria sentir-me apertado.
O sentimento era ambíguo.

E porque explicar isto tudo num fórum de motas perguntam vocês. Ora bem, porque como vocês meus amigos bem sabem, conduzir mota sem ter a cabeça na mota e no que se vai a fazer, dá SEMPRE asneira. E foi isso que aconteceu.

Ia ter com a minha namorada a são domingos de rana, peguei na mota, meto-me ao caminho, e desde que saí de lá, a minha cabeça não parou de pensar no que iria fazer. Ou seja, tudo menos o que realmente estava a fazer.
Isto depois, para quem não sabe, há pessoas que nestes momentos têm a sorte de ter avisos de que alguma coisa não está bem, que algo está errado e que poderá tornar as coisas muito más.
Eu fui uma delas, tive até dois aviso, para não dizer que sou um gajo azarado.
O primeiro foi numa rotunda, rotunda essa que se tivesse alguém ao meu lado tinha levado comigo em cima. E para além do mais, a rotunda é de duas faixas, e pela primeira vez pareceu-me que o raio da rotunda ou tinha diminuído, ou as duas faixas não chegavam para fazer acertos aos erros da entrada. Deu mesmo a sensação que iria galgar o passeio e espetar-me logo ali. A mota parecia que não respondia. Era ver-me a "puxar" o guiador, a inclinar mais e mais, e ela a dirigir-se para onde queria e não para onde eu a estava a mandar.
No final, lá consegui mudar a rota para algo mais aceitável e acabar a rotunda. Pensei para mim "OHOH, que ele tá parvo hoje. Concentra-te miúdo. Ainda te lixas." mas lá segui na mesma, com outras coisas na cabeça.
O meu segundo aviso foi um pouco mais à frente, já na curva antes da "garagem" dos camiões do lixo da TRATOLIXO. Curva essa que, para quem conhece sabe que não tem passeio, mas berma com areia, onde a areia por vezes vem um pouco para o alcatrão. Ao chegar à curva inicio a viragem e a inclinação mas, ao ver a areia assusto-me porque vinha noutra e fico com medo de escorregar na areia, pois sei que os meus pneus estão uma treta. Ou seja, para além de vir sem atenção, assustei-me e fico com medo de fazer a curva, coisa que também contribui para a queda do artista. Como tal apanhei um cagaço a ver a mota a ir para a berma e a imaginar chegar à berma, apanhar a areia e resvalar por todo o lado.
Mas felizmente, uma vez mais tudo se compôs e consegui seguir normalmente, mesmo na última. Mais um bocadinho e era berma com ele.

Como os avisos não bastaram, na recta armei-me em campeão e achei que a fila de carros estava a andar muito devagar. Só não passei porque gosto de fazer passagens seguros, e como tinha sempre carros de frente ia-me ficando. Mais a frente, ao chegar à zona de armazéns onde está inserida a tal telepizza os carros começam a abrandar. Como não vinha ninguém de frente e, embora fosse uma pequena colina/lomba, tinha tempo suficiente de me meter nos grandes espaços deixados pelos carros entre eles, decidi passar e seguir à minha velocidade ("como tenho mota nem sequer tenho de esperar atrás deles, passo já aqui" - pensei).
O bonito foi depois, ao chegar à ponta da pequena fila de carros que se tinha formado, a um ou máximo dois carros do princípio da fila, vejo que esse mesmo da ponta estava preparado para se enfiar para o complexo da telepizza, que ficava do lado esquerdo da estrada, fazendo passar mesmo à minha frente.
Vi o pisca. Pensei "TOU FUD**".
Como segundos antes tinha-me encostado mais à fila de carros para "deixar" passar um carro em sentido contrário, foi uma mudança de situação muito brusca, e ainda continuava muito próximo à fila.
Assustei-me, borr**-me, acagacei-me, o que lhe quiserem chamar. Só me lembro de pensar "não posso fugir para o lado esquerdo porque se vem um de frente apanha-me de boca e é pior a emenda que o soneto. não posso travar a fundo senão derrapo já, dá de cú e lixo-me porque os pneus estão uma trampa. Só posso abrandar o máximo que conseguir para tentar passar mesmo ao lado dele e rezar para que ele não vire logo na altura que tiver a passar". (Não prometo que o encadeamento de pensamentos e os próprios pensamentos tenham sido exactamente assim, nem que não houve mais asneirada pelo meio, mas é o que penso aceitável para este fórum Smile)
Dito isto lá tentei abrandar ao máximo para não derrapar e apontar a mota mesmo ao lado do carro para não correr o risco de lhe bater nem de levar com nenhum de frente. O mais engraçado aqui é que se tivesse de cabeça lúcida, se não tivesse sido apanhado de surpresa nem me tivesse assustado tinha reparado que, naquela posição onde estava já conseguia ver que não vinha ninguém de frente e escusava de ter tentado deixar espaço para um carro em sentido contrário que nunca existiu.

Mas continuando. Ao estar prestes a passar pelo dito carro sei que pensei "Não vai dar, vou bater." seguido logo de um "ahh, assim já dá. tá na boa. não vires agora". E no último instante o que se passou? Quem quer adivinhar?
Não, ele não virou nem se meteu a minha frente. Nenhum pneu escorregou nem o travão bloqueou, nada disso.
Pensei:
"Porra, não vai dar".

PPPUUUUMMMMMM (isto a coisa de 30 ou 40 KM/H, juro, já ia bastante devagar)

e lá bateu o mega_neo com o manete e a ponta do guiador na esquina do carro, seguido de toda a sua lateral direita incluindo um pé direito entalado/espremido/prensado e comprimido entre a força da mota, o peso da mota e a esquina do carro.
Sem botas que o protegessem. Apenas uns ténis merrel, que por acaso até eram assim pó fortes e resistentes.

Após esta dor de todo o entalão sinto-me a rossar pela lateral do carro, a mota a fugir debaixo de mim e a estatelar-me no chão, indo de rojo por, segundo auto da polícia, +/- 10m. Quando parei, dores no pé acima de tudo. Pé preso debaixo da mota, onde tive que lhe mandar uma patada para que ela me deixasse tirar o pé, e a continuação de dois pensamentos que ia tendo à medida que ia caindo:
"FFOOODDD************se"
e
"mer..., tou lixado, e se vem um carro de frente fico já aqui. AAAAAAIIIIIII"

Digo-vos, quando tudo parou e acalmou, e vi que felizmente não levei com nenhum de frente, que o primeiro pensamento foi "Parti o raio do pé. Porra, porque é que ainda não arranjei a me... das botas?"
De seguida foi o teste do que estava bom e do que doía.
Mexe pescoço "CHECK"
Braços "CHECK" os 2
Mãos "CHECK" as 2
Costas "CHECK"
Pernas "CHECK" as 2
Joelhos "CHECK" e +/-"CHECK"
Pés "CHECK" e fogo, "NOT CHECK" que dói como o raio que o parta. LOL

Posto isto tá de tirar luvas, e tentar tirar o capacete para poder respirar. Nesta altura já estava rodeado de pessoas que tinham vindo perguntar se estava bem e se precisava de alguma coisa. Outras só a ver, e outras pareceu-me que prontas para dizer "pois é, malucos das motas, não têm cuidado nenhum e o camandro. é bem feito" mas nem tava para ai virado nem estava à procura desses comentários. Se o disseram e ficaram felizes por isso, melhor.
Ao tentar tirar o capacete houve pessoas que, tal como eu faria, me disseram para estar quieto e para me deitar. Embora soubesse que estavam 100% correctas disse que me sentia bem, que não tinha sido nada com o pescoço e precisava de respirar.
Tirei o capacete e tentei-me chegar para a berma, para não haver perigo. Aqui o pessoal que lá estava foi bestial e levou-me ao colo até à berma.
Encostei-me para trás e esperei pela ambulância (dia de festa em tires, julguei que não iriam demorar muito).
Após algum tempo na converseta com o pessoal que lá estava sobre motas, quedas, hospitais, familía da senhora que me colocou uma camisola ou o que foi na cabeça para não me magoar, houve de tudo um pouco.
No meio disto tudo o que mais me chateou foi estar ali deitado, e ver a mota no chão, tombada, sem lhe conseguir ver bem os estragos, porque estavam virados para baixo.
E não é que alguém se lembrou que se podia desviar a mota para os carros poderem passar?
O gajo do carro onde bati, que nem se aproximou para não haver stresses antes da polícia chegar, tanto com desentendimentos entre nós nem com populares (que não achei incorrecto, compreendo a posição do homem) depois de ter telefonado para o 112 vai e pega no punho que estava para cima e começa a ARRASTAR o raio da mota pelo alcatrão. Aqui se tivesse o pé bom punha-me em pé e tinha-lhe mandado uma das boas. Gritei logo para o gajo estar quieto ou que a levantasse. Isso lá aconteceu.
Apareceu as ambulâncias tipo meia hora depois, que até era uma que ia a passar no momento, que se desentendeu com a que vinha socorrer, mas pronto, nada de problemas para mim.
Colar cervical, tala no pé, atacadores e meia rasgada, queimadura de alcatrão por cima do tornozelo, dores, umas calças um pouco esmurradas e com um furinho, mas fora isso, tudo OK, LOLOL (optimista eu hein Very Happy).
Entretanto um senhor lá de uns armazéns, porreiraço, ofereceu-se para guardar a mota dentro da propriedade por uns tempos, para não ficar ali parada no meio da rua. Foi muito fixe da parte dele. Uns dias depois foi lá um amigo meu buscar a mota.
Nos hospital, depois de depoimento às autoridades, resultados:
Entorces vários (tinha o pé preto quase uns dias depois), mas o que eles detectaram foi uma estaladela da "falangeta" do dedo grande. Nada mais. ligaduras. 3 semanas parado de pata pó ar e deve ir ao sitio.

Finalizando, o mais importante, resultados:
corpo
- A queimadura foi curando, ainda tenho a marca. Normalíssimo.
- Inicio no novo posto de trabalho na quinta seguinte, dia 1. Deu logo aso a ser conhecido pelo muletas/aleijadinho, etc... Razz
- Com a pancada a unha do dedo grande lascou, o que depois acabou por partir +/- a meio, o que ao crescer fez encravar sem que lhe conseguisse mexer pois estava muito curta e para dentro ainda, obrigado a ir a micro cirurgia de urgência (já em Dezembro) para desencravar a unha, e muletas mais semana e meia a duas, como nova festa no trabalho, por ter gostado tanto da experiência com as canadianas e estar a repetir a dose. Unha "deficiente" agora Razz
- Pé ainda doi. Depois de já andar, durante uns meses como algumas dores não passavam vai de ir ao osteopata. Ligamentos, tendões, whatever, lixados, escafóide deslocado, microfissura no 5º meta-tarso ou lá o que era e após vários tratamentos ainda não passou. Lateral externa antes do joelho direito dormente devido à mudança de forças ao caminhar que alterou devido as coisas ainda não estarem boas. O que provoca também algumas dores de costas.
(se me lembrar de mais alguma coisa coloco)

Seguro

- ainda estou para saber. As seguradoras fazem tudo entre elas. Telefonei várias vezes para saber. Tinha a impressão que seria culpado pois bati +/- por trás, ele já tinha manobra assinalada e fiz o estúpido erro de dizer que estava do lado direito do tracejado.
Mas foi para litígio pois, presumo, que uma seguradora defende isso e a outra que como ele ia virar deveria ter visto se estava a ser ultrapassado.
Ou seja, penso que 50-50 é o que eles querem.

E agora a minha queria moTA:
- Crashbars lixo. Nãos se conseguiram endireitar :S segundo o rapaz da oficina era mt trabalho, mt dinheiro e ficavam mt fracas. Agora anda sem nada
- carenagem fontal raspada num canto
- carenagem frontal direita com apoio superior partido e estaladela onde encostou a crashbar. Como também recolheu na altura do acidente, ao ligar a mota, o plástico tocava nos colectores e derreteu um pouco.
- Carenagem traseira direita partida mas no lugar.
- pedal de travão a fazer U. dobrou todo para trás.
- peça que segura a peseira direita e a segura ao quadro. um pouco dobrada pois ficava tudo chegado atrás
- guiador um pouco dobrado do lado direito

Material
- ténis não foram lixo, mas quase. partiu um ilhó dos atacadores q era de metal pela pressão causada pela entaladela. todos raspados e um pouco routos
- calças de ganga com um forinho e um pouco esmurradas na perna, mesmo ao pé do pé e um pouco sujo de alcatrão no joelho. (as que tenho hj vestidas Very Happy)
- casaco bearing, tranquilo, nem se passou nada. raspar no chão 10m? nem sei q foi isso Very Happy
- capacete HJC FS-10 raspado na batida q deu no chão, mas nada de grande uma marcazita, de resto tranquilo.

e digo, obrigado casaco e obrigado capacete bem dito equipamento Very Happy
só me faltou mesmo as botas e as calças

comprado em setembro: botas TCX explorer 2 gore-tex (ando todo o dia, todos os dias com elas no trabalho. mt confortáveis, mas começaram a descolar a sola. voltaram para trás) e calças revit zip para vestir e despir todos os dias Smile (só chegaram foi em dezembro Razz estavam esgotadas)
casa roubada, trancas à porta

Mas é como vos digo. Cabeça na condução SEMPRE

(e acabei por voltar aos escuteiros, se ficaram curiosos Razz. tem é sido complicado fazer caminhadas com o pé assim, ainda dói Crying or Very sad )
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Mensagem  M_Knopfler89 em Sex 25 Fev 2011, 17:32

Que grande história amigo e muito bem contada!

O que interessa é que vai ter final feliz com certeza, o teu pé há-de voltar ao sítio! (mas aconcelho que vá a um bom ortopedista e se possível especialista em "pés" porque há muitos "sapateiros" em Portugal infelizmente).

Eu tive um acidente com alguma semelhança em que ia para ultrapassar um "papa-reformas" e ele virou de repente e fez-me embater na sua lateral e virar-lhe o carro de pernas para o ar! Resultado...50-50 (seguradora era a mesma, sem testemunhas, 2 manobras perigosas...), agravamento de uma fractura do escafoíde (pulso) (fui operado há 2 meses e já estou quase a 100% felizmente), susto de morte e uma mota nova!

A parte da mota nova correu bem, porque agora tenho uma Transalp Smile

As melhoras e tudo de bom,

Sérgio Lourenço


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Na vida todos queremos percorrer o caminho da felicidade...e é bem mais fácil quando se pode ir de Transalp! Very Happy
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Mensagem  TrAnsAlper em Sex 25 Fev 2011, 22:23

Que grande filme mega_neo!Mas teve com um final feliz e contado na 1ª pessoa...e também com muito sentido de humor, o que é um bom indicador! Very Happy

Já passou imenso tempo e as feridas já foram "lambidas" como se costuma dizer.
É quase uma frase feita nestas situações mas interessa mesmo é estares bem, essa é que é a verdade.

Tiraste alguns ensinamentos de toda esta situação...e mais importante, voltaste aos escuteiros que também acho fixe.Já agora eu também devia voltar! Very Happy

Grande abraço para ti!

...e boas transalpadas, claro!


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