Foi a minha 2ª participação no LAL, desta vez na companhia do Lfred.
Viveram-se momentos de puro mototurismo nesta edição, principalmente na 1ª etapa. Foram momentos que nunca mais se esquecem, muitos km e muitas horas em cima da TA. Foi um evento de e para quem gosta de mototurismo, bem organizado e, cada vez que possa, a repetir. Foram quase 2500 km com voltas e voltinhas...
Dizem que esta 13ª edição do LAL retomou o seu rumo tradicional, mais turístico que a edição do ano passado e rumando de norte para sul.
Partiu-se de Mogadouro, onde, logo no primeiro dia se realizou um prólogo de 85 km, sendo possível visitar quase todas as aldeias daquele concelho e apreciar as belas paisagens transmontanas.
A 1ª etapa ligou Mogadouro a Castelo de Vide, com paragem para almoço no Sabugal num total de 445 km. Passou-se pelo Parque Natural do Douro Internacional, Vale do Sabor, Parque Natural do Tejo Internacional e pelas aldeias históricas de Almeida, Penha Garcia e Monsanto, com uma passagem breve em Espanha. DE facto esta etapa era rica em lindas paisagens, algumas mesmo de tirar a respiração e é impressionante como fiquei com a sensação de que, efectivamente, não conhecemos o nosso País.
A 2ª etapa iria ligar Castelo de Vide a Lagoa, no Algarve, com paragem na Vidigueira para almoço, num total de 443 km. O pior inimigo nesta etapa foi mesmo o calor, chegando os termómetros a atingir os 42º graus em pleno Alentejo, ressentindo-se, assim, a minha TA, cuja temperatura andava constantemente elevada. Percorreram-se as belas paisagens alentejanas, por entre planícies e terrenos agrícolas, olivais e até alguns campos de girassóis. Entrou-se no Algarve pela Serra de Silves, Estrada fantástica para os adeptos do motociclismo, com muitas e boas curvas onde se sente a união do homem com a moto. Já no Algarve, passou-se por Portimão, Ferragudo, Carvoeiro e algumas praias da região, acabando, então, em Lagoa.
Para quem gosta de andar de moto aconselho a fazerem um LAL pelo menos uma vez. Trata-se mesmo de uma experiência única, enriquecedora a todos os níveis, uns ficam a gostar, outros não, nem tudo agrada a todos. Eu, cada vez que possa e tenha t€mpo, lá estarei.
De referir que encontrámos todo o tipo de motas no LAL.
Aqui vos deixo algumas fotos, tinha mais mas as opções da máquina não estavam afinadas e algumas fotos ficaram com umas cores esquisitas (é o que dá não perceber na disto)


Viveram-se momentos de puro mototurismo nesta edição, principalmente na 1ª etapa. Foram momentos que nunca mais se esquecem, muitos km e muitas horas em cima da TA. Foi um evento de e para quem gosta de mototurismo, bem organizado e, cada vez que possa, a repetir. Foram quase 2500 km com voltas e voltinhas...
Dizem que esta 13ª edição do LAL retomou o seu rumo tradicional, mais turístico que a edição do ano passado e rumando de norte para sul.
Partiu-se de Mogadouro, onde, logo no primeiro dia se realizou um prólogo de 85 km, sendo possível visitar quase todas as aldeias daquele concelho e apreciar as belas paisagens transmontanas.
A 1ª etapa ligou Mogadouro a Castelo de Vide, com paragem para almoço no Sabugal num total de 445 km. Passou-se pelo Parque Natural do Douro Internacional, Vale do Sabor, Parque Natural do Tejo Internacional e pelas aldeias históricas de Almeida, Penha Garcia e Monsanto, com uma passagem breve em Espanha. DE facto esta etapa era rica em lindas paisagens, algumas mesmo de tirar a respiração e é impressionante como fiquei com a sensação de que, efectivamente, não conhecemos o nosso País.
A 2ª etapa iria ligar Castelo de Vide a Lagoa, no Algarve, com paragem na Vidigueira para almoço, num total de 443 km. O pior inimigo nesta etapa foi mesmo o calor, chegando os termómetros a atingir os 42º graus em pleno Alentejo, ressentindo-se, assim, a minha TA, cuja temperatura andava constantemente elevada. Percorreram-se as belas paisagens alentejanas, por entre planícies e terrenos agrícolas, olivais e até alguns campos de girassóis. Entrou-se no Algarve pela Serra de Silves, Estrada fantástica para os adeptos do motociclismo, com muitas e boas curvas onde se sente a união do homem com a moto. Já no Algarve, passou-se por Portimão, Ferragudo, Carvoeiro e algumas praias da região, acabando, então, em Lagoa.
Para quem gosta de andar de moto aconselho a fazerem um LAL pelo menos uma vez. Trata-se mesmo de uma experiência única, enriquecedora a todos os níveis, uns ficam a gostar, outros não, nem tudo agrada a todos. Eu, cada vez que possa e tenha t€mpo, lá estarei.
De referir que encontrámos todo o tipo de motas no LAL.
Aqui vos deixo algumas fotos, tinha mais mas as opções da máquina não estavam afinadas e algumas fotos ficaram com umas cores esquisitas (é o que dá não perceber na disto)





jfvf87



