Repsol 15W 50 na HONDA? 1286630276 Bem-vindo ao Fórum das grandes máquinas! Repsol 15W 50 na HONDA? 2438059070

Repsol 15W 50 na HONDA?

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Mensagem  fresco em Sex 10 Out 2008, 09:28

Olá Malta,

Fui à Honda saber o preço de uma mudança de óleo e filtro.

Por acaso não se esticaram. Cerca de 60 euros (máx) já com uma hora de mão de obra incluida para o que der e vier.

A minha surpresa foi a seguinte:

O óleo que a Honda recomenda é Repsol. Ou o sintético 10W 40 ou o mineral 15W 50.

Onde está o semisintético 10W 40? Não há!

O que acham do mineral 15W 50 da repsol? Nota: é a revisão (mudança de óleo) dos 6 000. Outra coisa que já se sabe é que o 15W 50 é mais "grosso"...

Quem vai à Honda que óleo metem na TA?

Boas curvas!


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Mensagem  kamikaze em Sex 10 Out 2008, 18:43

Há semi Mas aconcelho-te o 100% sintético , e tira lá da ideia esse óleo de moto-serra 15W50 a não ser que a tua TRANSALP tenha uns 500000Kms e pape 3l de óleo aos 100 lol!
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Mensagem  antonio.q em Sex 10 Out 2008, 20:55

Nao há problema nenhum em usar óleo mineral na Transalp. Já usei o Repsol 15W50 e é um bom óleo. A moto nao gasta óleo e este é muito mais barato que o sintético.
A minha nao tem 500000 kms mas para lá caminha, espero eu. Já tem mais de um quarto dessa distancia.
Há tempos, no Moto Clube do Porto, houve uma iniciaçao à mecânica de motos. O monitor era o responsável pelo único curso de mecânica para motos em Portugal. Agora nao me lembro onde era a escola, mas era para a zona do Montijo ou Setúbal. Nao me lembro.
Ele insistiu várias vezes que era escusado gastar dinheiro num óleo sintético. O óleo mineral é muito bom.
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Mensagem  Pedro Marques Alves em Sex 10 Out 2008, 21:07

Boas

A minha mota tem 17 anos e cerca de 45000 km ( é a mais antiga deste Forum ) e noto que consome um pouco de óleo, o que - segundo a oficina Honda Motorway - é normal.

O motor tem, neste momento, o óleo 10W - 40. A pergunta que coloco aos mais entendidos é se posso adicionar um outro tipo de óleo ( 20W-50 da Castrol - Actevo ) para repor o nível ?

Se puderem esclarecer sobre este posto, fico agradecido

Abraços

Pedro


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Mensagem  Dario69 em Sab 11 Out 2008, 08:39

LUBRIFICANTES: o que queriamos saber! Repsol 15W 50 na HONDA? Icon_quote
Este tópico carece, infelizmente de alguma explicação. A informação aqui reunida, ainda que retirada do site FASTGALP, é originalmente do fórum T.C.P.tenho sido ali colocada pelo grande companheiro Nunop2, mas penso vos possa esclarecer ok


Os lubrificantes são todos iguais?



Todos os lubrificantes são misturas de bases e aditivos que variam muito.

Pela escolha dos componentes e dos seus respectivos teores,
resultam certas propriedades e a "performance" do lubrificante acabado.

Muitas vezes, quando se pretende subir o nível de algumas propriedades
têm que se prejudicar outras devido ao facto de elas serem
contraditórias entre si.
A escolha das propriedades que se querem valorizar e das que são menos importantes depende da aplicação do lubrificante.

E, dentro da mesma aplicação, existem diferentes tipos e níveis de exigências de lubrificação.

O tipo de bases instaladas, os aditivos e os seus teores, têm enorme
impacto variável no custo de um lubrificante. Assim, a escolha da
composição de um lubrificante está também condicionada por razões
económicas que afectam a sua margem e a sua competitividade.
Cada Companhia procura optimizar o equilíbrio entre as vertentes técnica e económica.

Para isso, percorrem diversos caminhos e encontram diferentes soluções.

No entanto, quando um lubrificante ostenta uma determinada
"performance", isso significa que, independentemente da marca e da
solução técnico-económica encontrada para a sua composição, esse
lubrificante garante as propriedades especificadas.
Resumindo:

• Os lubrificantes não são todos iguais!

• São "semelhantes " os lubrificantes com o mesmo "Nível de Performance"!

• São diferentes os lubrificantes com diferentes "Níveis de Performance"!





Como escolher o "melhor" lubrificante?



Não existem "marcas" melhores que outras. A afectividade por uma
"marca" resulta de factores psicológicos (parecidos com as preferências
clubísticas) e do efeito do Marketing.

Os lubrificantes estão classificados segundos diversos "Níveis de
Performance" licenciados por entidades internacionais independentes e
idóneas.

Por exemplo, os lubrificantes Galp são sujeitos aos mesmos testes
e certificações que os lubrificantes das outras marcas. Assim, um
lubrificante Galp com um determinado "Nível API", tem tanta "qualidade
americana" como um outro do mesmo nível de uma marca americana ou
doutro país. E, um lubrificante Galp com um certo "nível ACEA" tem
"tanta qualidade europeia" como outro do mesmo nível das marcas
inglesa, francesas, espanholas ou de outro qualquer país.
As marcas estruturam as suas linhas com lubrificantes de diversos Níveis de Performance.

O correcto não é escolher "marcas" mas sim "Níveis de Performance".

O "melhor lubrificante" para um dado equipamento é aquele que possui ou supera o Nível de Performance exigido pelo construtor.





Porque é que uns lubrificantes são mais caros que outros?



A diferença de preços tem a ver, sobretudo, com os custos das matérias-primas incorporadas.

As bases sintéticas (devido ao seu processo de fabrico) são muito mais
caras que as bases minerais. Logo, um lubrificante sintético tem de ter
um preço superior ao dos lubrificantes minerais.
O custo dos lubrificantes também é afectado pela aditivação (tipo de
aditivos e sua percentagem). Recordemos que os aditivos são muito
dispendiosos e, no caso de um óleo para motor, chegam a ultrapassar 25%
da composição do lubrificante.
Normalmente, a um preço superior corresponde uma performance superior
que compensa largamente a diferença de preços através de várias
poupanças (duração do equipamento, consumo de combustível, tempo de
serviço, etc).
A opção de "preço baixo" pode sair "mais cara" durante o serviço. Como
diz o ditado popular, comprar "lubrificantes baratos" comporta o risco
de "poupar no farelo e gastar na farinha".




O que é a "performance" de um lubrificante?



O "Nível de Performance" de um lubrificante indica a sua aptidão para
desempenhar cabalmente determinadas exigências de lubrificação.
São entidades independentes ou os próprios construtores que emitem as
especificações a que os vários "Níveis de Performance" têm de obedecer.

Os "Níveis de Performance" exprimem-se através de determinadas siglas.

Para não haver problemas e se assegurar uma adequada lubrificação,
deve-se verificar no manual do equipamento qual o "Nível de Performance
" exigido ao lubrificante e aplicar um produto que cumpra ou ultrapasse
o nível requerido.

Porque os lubrificantes Galp satisfazem os vários "Níveis de
Performance" exigidos pelo parque de máquinas e têm uma tradição de
plena satisfação dos seus clientes, costumamos dizer que "nós não
vendemos lubrificantes, nós vendemos lubrificação!"


Qual a diferença entre Viscosidade e Índice de Viscosidade?



É frequente haver confusão entre estes dois conceitos.

A viscosidade exprime a velocidade com que um determinado lubrificante
flui a uma determinada temperatura. Trata-se de uma grandeza mensurável
e expressa em unidades, das quais a mais utilizada é o Centistoke.

O Índice de Viscosidade exprime a maior ou menor variação relativa
com que um lubrificante varia de viscosidade com a alteração da
temperatura. Exprime-se através de um número calculado empiricamente e
não apresenta unidades.

Um lubrificante com maior índice de viscosidade que outro varia menos de viscosidade com a alteração da temperatura.

A viscosidade e o índice de viscosidade são propriedades independentes.

Quando se utiliza um lubrificante para trabalhar sob regimes
térmicos muito diferenciados, além do conhecimento da viscosidade,
torna-se igualmente necessário conhecer o seu índice de viscosidade.

Quando o lubrificante é aplicado num equipamento sob regime
estabilizado de temperatura de serviço, o conhecimento da sua
viscosidade àquela temperatura é, normalmente, suficiente.



Os lubrificantes mais viscosos são melhores?



Ainda se encontram muitas pessoas que preferem os lubrificantes
"grossos" (muito viscosos). Trata-se de um fenómeno psicológico em que
uma maior viscosidade confere uma sensação de segurança de que não
haverá problemas com a lubrificação.

Trata-se de uma visão parcial e com vários inconvenientes. Por
outro lado, a percepção visual da viscosidade é muito enganadora (um
lubrificante mais escuro que outro com a mesma viscosidade parece-nos
ser mais viscoso).

Maiores ou menores viscosidades têm, ambas, vantagens e inconvenientes.

Quanto mais alta é a viscosidade, melhor se asseguram a resistência às cargas e a compensação das folgas.

Quanto mais baixa é a viscosidade, melhor o lubrificante flui no
sistema de lubrificação, melhor se refrigera e se retiram as impurezas
e se obtêm velocidades mais altas.

Em cada regime de lubrificação, terá de haver um compromisso na
escolha da viscosidade conforme as vantagens e desvantagens das altas e
baixas viscosidades.

Por outro lado, a maioria das lubrificações dão-se a temperaturas
muito diferentes e, como se sabe, a viscosidade varia substancialmente
com as mudanças de temperatura.
Logo, não basta escolher uma viscosidade (que é sempre referida a uma
certa temperatura) mas temos de assegurar que o lubrificante tem uma
viscosidade adequada às várias temperaturas a que é sujeito.

Por exemplo, num motor, o ideal é que o lubrificante tenha uma
viscosidade baixa no arranque a frio, mas também uma viscosidade
suficiente para evitar contactos metal-metal na lubrificação das partes
mais quentes.

Quanto mais alto for o índice de viscosidade, maior garantia haverá da estabilidade da viscosidade a "frio" e a "quente".





Qual a viscosidade mais indicada para as condições climatéricas da Península Ibérica?



Quando se utilizavam lubrificantes monograduados, tinha de haver a
preocupação de ajustar a viscosidade com a variação da temperatura
ambiente.

Com os lubrificantes multigraduados e a sua evolução, a
preocupação com o clima na escolha da viscosidade tem vindo a perder
importância, até se chegar a um ponto em que ele deixa de ter qualquer
significado.

É o que acontece com a recente geração dos SAE 5W-40, 0W-40, 5W-30
e 0W-30, em que a temperatura ambiente praticamente não afecta a
viscosidade do lubrificante no motor.
Isto deve-se ao aumento do índice de viscosidade, que estabiliza a variação da viscosidade com a variação da temperatura.





É normal haver consumo de óleo nos motores?



É normal que haja algum consumo de óleo. Isso deve-se a perdas por
evaporação, a alguma passagem de óleo para a câmara de combustão e a
outros fenómenos de pouca importância (fugas pelas juntas ou pelo
bujão, etc).

Consoante as tecnologias dos motores, assim haverá maior ou menor consumo de óleo.

Compete ao construtor do veículo indicar o máximo admissível deste consumo dentro de um nível que seja normal.

Quando há consumo excessivo, algo está mal. Isso pode dever-se a:

• Deficiências mecânicas;

• Apertos a precisarem de ajustes;

• Lubrificante inadequado;

• Condução demasiado severa.





Quando se deve verificar o nível do óleo do motor?



Durante o funcionamento de qualquer motor, haverá sempre algum consumo de óleo.

Infelizmente, uma quantidade enorme de automobilistas nunca
verifica o nível do óleo do motor. Muitos não sabem onde fica a vareta
de óleo nem o local onde se fazem os atestos. E conhecem-se casos
caricatos de automobilistas que tentam atestar através do orifício da
vareta…

A verificação do nível do óleo de motor deveria constituir uma
rotina periódica (de 500 em 500 km) do automobilista e a par, por
exemplo, da verificação da pressão dos pneus e do nível do líquido de
refrigeração.

A passagem do nível do traço máximo para o traço mínimo da vareta
do óleo, corresponde à falta de uma quantidade significativa na carga
do carter. Deixar o nível do óleo descer abaixo do traço mínimo da
vareta corresponde a entrar-se num regime de lubrificação problemático,
com risco de ocorrer uma gripagem do motor.

A verificação do nível de óleo deve ser feita com o veículo sobre uma superfície plana e o óleo não deve estar muito quente.





Quando se deve mudar o óleo de motor?



Frequentemente, os utilizadores pretendem uma resposta taxativa do
género: "com este óleo, quantos quilómetros posso fazer até ter de o
mudar"?

A verdade é que não existe resposta universal para esta pergunta.

O período adequado para se fazer a muda de óleo depende de vários factores:

• Tecnologia do motor (potência, número de rotações, temperaturas);

• Tipo de condução (suave, desportiva);

• Percursos dominantes (cidade, estrada);

• Cargas transportadas;

• Intensidade da utilização do veículo;

• Lubrificante utilizado (Nível de Performance, mineral ou sintético).

Como se verifica, a variável lubrificante é uma entre várias outras igualmente importantes e a serem tidas em conta.

Acresce ainda que existem factores psicológicos e de hábito
associados à mudança de óleo (há utilizadores que gostariam de nunca
mudar o óleo e são sensíveis ao alargamento do período de muda, outros
são desconfiados relativamente a uma maior permanência da carga de
óleo).

Sabe-se que, em Portugal, três em cada 4 condutores têm o hábito de mudar o óleo de motor cada 7.500 quilómetros.

De um modo geral, os fabricantes dos veículos aconselham uma certa
quilometragem para se fazer a mudança de óleo. Este indicador é
importante por dar uma ideia do "castigo" que o lubrificante sofre
devido à tecnologia do motor.

A indicação do construtor, que é genérica, deve ser aperfeiçoada
com a consideração das outras variáveis atrás referidas. Se as
condições de utilização são severas, será prudente reduzir o período de
muda. Se se utilizar um lubrificante de elevado "Nível de Performance"
e este for sintético, o período de muda pode ser alargado.





Podem misturar-se diferentes óleos de motor?



Muitas pessoas ainda têm resistência em fazerem atestos com um
lubrificante diferente do que está no carter e há até quem condicione a
mudança de tipo de lubrificante à mudança prévia do filtro de óleo.

Há vários anos que estes receios deixaram de ter qualquer razão de ser.

Actualmente, os lubrificantes para motores só são certificados se
forem compatíveis e miscíveis com os restantes que já existem no
mercado.

Assim, todos os lubrificantes para motores que estão certificados (API, ACEA, etc) podem ser misturados entre si.

Entretanto, os lubrificantes sintéticos, semi-sintéticos e minerais
também são compatíveis entre si, pelo que podem igualmente ser
misturados.

A única preocupação a ter (importante) é verificar o "Nível de
Performance" do lubrificante de atesto relativamente ao existente no
carter. Deve-se atestar com um lubrificante do mesmo nível ou de nível
superior. Se tal não se fizer, vamos baixar a performance da carga
existente no carter.

Não esquecer que o que se disse atrás só se aplica aos
lubrificantes para motores. Noutras aplicações podem existir
incompatibilidades, pelo que se deve obter informação caso a caso.

continua ......





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Mensagem  Dario69 em Sab 11 Out 2008, 08:39

Os lubrificantes sintéticos são mesmo melhores e compensam a diferença de preço?



Várias propriedades das bases sintéticas são mais robustas que as das bases minerais.

A superioridade das bases sintéticas assenta sobretudo nos seguintes aspectos:

• Resistem melhor à oxidação (permitem maior tempo de serviço);

• Têm melhor estabilidade térmica (suportam temperaturas mais altas e degradam-se menos com o calor);

• São menos voláteis (diminui o consumo de óleo);

• Têm um índice de viscosidade mais alto (estabilizam melhor a viscosidade com as variações de temperatura);

• Congelam a temperaturas mais baixas (garantem uma melhor lubrificação a "frio");

• Algumas bases sintéticas são biodegradáveis (importante para os lubrificantes "amigos do ambiente").

As bases sintéticas são substancialmente mais caras que as bases
minerais devido aos seus processos de fabrico mais sofisticados e mais
onerosos.

De um modo geral, apesar de mais caros, os lubrificantes
sintéticos compensam a diferença de preço pelas vantagens obtidas na
lubrificação. De uma forma geral, pode-se dizer que os lubrificantes
sintéticos são mais caros mas também são mais "económicos". A opção
entre sintético e mineral depende, em muitos casos, da sensibilidade à
relação custo/benefício por parte do utilizador.





Os lubrificantes sintéticos só se justificam para viaturas "topo de gama" ou para condução desportiva?



Claro que uma viatura "topo de gama" ou de condução desportiva
"pede" um lubrificante sintético. Tanto mais que o utilizador de tais
viaturas está, normalmente, disposto a pagar um preço mais elevado pela
mudança de óleo.

No entanto, as vantagens dos lubrificantes sintéticos não se fazem
só sentir nestes tipos de viaturas. Mesmo o utilitário de mais "baixa
gama" beneficia em utilizar um lubrificante sintético.

Se o proprietário de um utilitário perceber as vantagens de que
vai beneficiar com um lubrificante sintético (alargamento do período de
muda, mais fácil arranque a frio, menores consumos de combustível e de
óleo, maior potência disponível) poderá concluir que, em termos de
relação custo-benefício, o lubrificante sintético é "mais económico").





Existem lubrificantes biodegradáveis?



As preocupações ambientais estão cada vez mais na ordem do dia e aumentam as disposições legais neste sentido.

À maior ou menor velocidade com que a natureza incorpora um
determinado produto na sua cadeia de transformação química chama-se
"grau de biodegradabilidade", o qual pode ser medido laboratorialmente.

Os lubrificantes minerais e a maior parte dos lubrificantes
sintéticos apresentam um tempo considerado longo para serem
completamente incorporados na cadeia de biodegradação.

Aumentam as solicitações de "lubrificantes biodegradáveis", o que
implica o recurso a formulações especiais com utilização de certas
bases (normalmente, recorre-se aos esteres).

As "bases biodegradáveis" apresentam um custo muito alto. Por esta
razão, os "lubrificantes biodegradáveis" são de preço mais elevado que
os restantes.

O Galp Neptuno é um bom exemplo de um excelente lubrificante
biodegradável para utilização em motores a 2 tempos, sobretudo se se
navegar em meio aquático fechado em que a legislação é mandatória nesse
sentido.





O que fazer aos óleos usados?



Os óleos usados (independentemente da sua natureza e tempo de
utilização) são classificados oficialmente como "resíduos tóxicos e
perigosos".

A Lei proibe qualquer despejo de óleos usados na Natureza ou
esgotos. Um acto destes constitui, de acordo com o código penal, um
"crime ecológico" punível com multa e pena de prisão.

Todo o óleo usado tem de ser entregue a uma entidade recolhedora oficialmente reconhecida e com alvará para o efeito.

Os utilizadores a partir de 200 litros/ano, terão de possuir um
mapa oficial de movimentos em que se registam as aquisições de
lubrificantes e as entregas aos recolhedores.

Neste momento os óleos usados são geridos pela Sogilub, entidade
gestora de todos os recolhedores de óleos usados
(http://www.sogilub.pt). No site, para além de toda a informação
necessária para a colocação no mercado de óleos novos e a recolha de
óleos usados, pode encontrar os contactos da entidade gestora, bem como
um mapa de Portugal, com os recolhedores por cada uma das zonas do
país.





Abraços!


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Mensagem  Dario69 em Sab 11 Out 2008, 08:42

Pedro Marques Alves escreveu:

A minha mota tem 17 anos e cerca de 45000 km ( é a mais antiga deste Forum )

Pedro
tenho uma igual mesma cor e tudo só ...tem o dobro dos kilometros Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy


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Mensagem  Pedro Marques Alves em Sab 11 Out 2008, 09:52

sacavem69 escreveu:
LUBRIFICANTES: o que queriamos saber! Repsol 15W 50 na HONDA? Icon_quote
Este tópico carece, infelizmente de alguma explicação. A informação aqui reunida, ainda que retirada do site FASTGALP, é originalmente do fórum T.C.P.tenho sido ali colocada pelo grande companheiro Nunop2, mas penso vos possa esclarecer ok


Podem misturar-se diferentes óleos de motor?



Muitas pessoas ainda têm resistência em fazerem atestos com um
lubrificante diferente do que está no carter e há até quem condicione a
mudança de tipo de lubrificante à mudança prévia do filtro de óleo.

Há vários anos que estes receios deixaram de ter qualquer razão de ser.

Actualmente, os lubrificantes para motores só são certificados se
forem compatíveis e miscíveis com os restantes que já existem no
mercado.

Assim, todos os lubrificantes para motores que estão certificados (API, ACEA, etc) podem ser misturados entre si.

Entretanto, os lubrificantes sintéticos, semi-sintéticos e minerais
também são compatíveis entre si, pelo que podem igualmente ser
misturados.

A única preocupação a ter (importante) é verificar o "Nível de
Performance" do lubrificante de atesto relativamente ao existente no
carter. Deve-se atestar com um lubrificante do mesmo nível ou de nível
superior. Se tal não se fizer, vamos baixar a performance da carga
existente no carter.

Não esquecer que o que se disse atrás só se aplica aos
lubrificantes para motores. Noutras aplicações podem existir
incompatibilidades, pelo que se deve obter informação caso a caso.





Caro companheiro

Muito obrigado pelo importante esclarecimento. Se fores a Viseu, podes contar com uma mini ! cheers

Abraços

Pedro


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Mensagem  kamikaze em Sab 11 Out 2008, 13:04

Mainada !!! lol! Em relação aos óleos minerais e 100% na minha opinião justifica sem qualquer duvida a diferença de preço, mas cada um sabe da sua carteira. Tal como já referi anteriormente a minha "Transplante" tem sangue 0w30 desde que nasceu e sei que posso esticar aquilo sem me preocupar com as capacidades lubrificantes, e de muda a muda não papa óleo nenhum. Mas para quem quer uma Transalp para andar na boa e fazer muitos kilómetros sem problemas, penso que um 10w40 sintético será o mais indicado em relação qualidade/preço.

NOTA: Isto é só a minha opinião
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Mensagem  berna_dd em Dom 12 Out 2008, 19:01

boas pedro Shocked
essa duvida tem muitas perguntas por detrás
EX: muita cidade ou auto estrada, anos da viatura, km da viatura etc...
(como o motor neste caso já tem alguns anitos deve ter algumas "folguitas") eu ponha um mais espeço tipo o semi 15 w40
foi a minha escolha para a minha TA de 97 cheers
abraço e até amanhã.
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Mensagem  fresco em Seg 13 Out 2008, 23:32

Malta,

Vou levar o óleo que quero (Castrol Power 1 GPS 10W40 semisintetico) e a oficina põe.

Assim acabam-se as duvidas com o óleo a colocar dado que neste concessionário não havia uma opção de semisintético.

Quarta já faço a troca.

Talvez fosse interessante minitorizar qual o óleo que cada um usa! Moderadores, o que dizem?


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Mensagem  D'Artagnan em Seg 13 Out 2008, 23:59

Boas

Eu já tinha lido isto e á tempos andei novamente á procura para colocar aqui no fórum e não consegui dar com isto

Ainda bem que colocas-te isto aqui sacavem69

Já agora, também acho que esteja lá a falar sobre a lubrificação da corrente, que também já li, se sim, se não te importares sacavem69, coloca ai no tópico respectivo.


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Mensagem  fresco em Qua 15 Out 2008, 22:23

Já cá canta o semisintético Castrol Power 1 GPS 10W40, sem espinhas.

O concessionário foi 5 estrelas.

Cobrou meia hora de mão de obra (20 euros) mais o filtro de óleo da Honda que foram 7 euros e tal.

Para mim não justificou sujar a garagem. Quem tem fins de semana para fazer isso, também não tem nada que saber.

Vou abrir um tópico sobre a marca e viscosidade do óleo que a malta usa!


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Repsol 15W 50 na HONDA? Empty Elequente. Muito Grato.

Mensagem  asa em Qui 23 Ago 2012, 13:50

Muito Grato. Smile

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